Na abertura da 20.ª CASP, em Maputo, o Presidente Daniel Francisco Chapo defendeu que “temos que aproveitar esta ocasião para investirmos no turismo”, recordou as medidas saídas da 1.ª Conferência do Turismo em Vilanculos e sublinhou o reconhecimento internacional do setor, voltando a destacar Noor-Momade como “melhor empreendedor do turismo”.

O Presidente da República abriu a 20.ª Conferência Anual do Sector Privado com uma mensagem de continuidade das reformas e um foco explícito no turismo como motor de crescimento. “Temos que aproveitar esta ocasião para investirmos no turismo e deixámos medidas muito claras na 1.ª conferência do turismo realizada em Vilanculos”, afirmou, ao enquadrar o setor na agenda de competitividade para os próximos anos.

Ainda na intervenção, o Chefe de Estado sublinhou o papel do reconhecimento internacional na consolidação da imagem do país. “Este reconhecimento internacional prova que a sustentabilidade e inovação são a nova marca de Moçambique. E isto aparece com as reformas que estamos a levar a cabo”, disse, ligando a trajetória recente do destino às mudanças em curso no quadro fiscal, administrativo, judicial, produtivo e de financiamento.

O Presidente retomou exemplos concretos, entre os quais a distinção individual de um empresário moçambicano do setor. “Na mesma ocasião, Moçambique foi premiado com o melhor empreendedor do turismo que é o nosso irmão aqui presente, Noor-Momade, para quem peço uma enorme salva de palmas”, afirmou, associando o mérito privado à narrativa de afirmação externa do país.

No plano mais amplo, a mensagem presidencial reforçou a orientação para previsibilidade e execução: reformas para reduzir custos e burocracia, melhorar a segurança jurídica, integrar cadeias produtivas e expandir o financiamento à atividade económica. No turismo, a prioridade passa por transformar prestígio em resultados mensuráveis — mais investimento, melhor experiência do visitante e maior contribuição do setor para emprego e receitas — aproveitando as medidas já delineadas e a cooperação público-privada ativada no último ano.